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01/11/2018 às 15h46
ANÁLISE DE MERCADO
Semana é marcada pela reabertura de mercado das carnes brasileiras com a Rússia
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Losivanio Luiz de Lorenzi, presidente da ACCS

A Rússia anunciou a retomada das importações de carne suína e bovina do Brasil. O fato foi confirmado no último dia 31 de outubro, pelo ministro da Agricultura Blairo Maggi. Na avaliação do presidente da ACCS, Losivanio Luiz de Lorenzi, a retirada dos embargos russos às carnes brasileiras traz boas perspectivas para 2019. “Até o fim de 2018 nós não devemos exportar grandes volumes porque os portos da Rússia ficam congelados nesta época do ano”.
 
Os embarques das carnes brasileiras estavam suspensos desde dezembro de 2017, devido à contaminação cruzada (acidental, não intencional) pelo promotor de crescimento ractopamina, na formulação de rações usadas na alimentação dos animais. Os russos têm restrições ao produto. “Perdemos muitos produtores de elite em nosso estado por conta deste embargo. Apesar de Santa Catarina ter ampliado as exportações em 17 mil toneladas neste ano, o Brasil deixou de exportar 58 mil toneladas em relação ao ano passado”, lembra Losivanio.

Apesar de Santa Catarina ser um estado livre de febre aftosa sem vacinação e de peste suína clássica, o status sanitário diferenciado não agrega valor aos suinocultores na hora de comercializar os animais. “Esperamos que a retomada das exportações para a Rússia traga uma melhor remuneração ao produtor. Não podemos mais admitir vender o quilo do suíno na integração a R$ 2,80 e a R$ 3,50 no mercado independente, com um custo de produção ultrapassando os R$ 4,10 por quilo”, reitera o presidente da ACCS.
 
Novos mercados
 
O presidente da ACCS destaca que o setor produtivo está com expectativas positivas em relação ao México, já que representantes do País estão vistoriando plantas frigoríficas em Santa Catarina. “O mercado com a Coreia do Sul é outra grande aposta para a gente alavancar as vendas de carne suína”, diz Losivanio.
 
Mesmo com o cenário promissor para a suinocultura em Santa Catarina, Losivanio alerta que os produtores devem crescer na atividade com garantia. “A produção não pode aumentar antes de ter o mercado consumidor”.
 
Cuidados sanitários
 
Vários países da Ásia e da Europa que são grandes produtores e consumidores de carne suína estão sofrendo com a peste suína africana, que já dizimou milhares de animais no mundo nos últimos dias. O presidente da ACCS ressalta que os produtores brasileiros devem redobrar os cuidados sanitários dentro da propriedade para que o Brasil possa se consolidar como um grande fornecedor de carne suína para o mundo. “Os nossos órgãos governamentais precisam cuidar também das fronteiras secas e dos aeroportos. Só assim vamos abrir novos mercados e aumentar o volume exportado”.

Fonte: ACCS
 
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