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Indústria de frango e suíno espera habilitação de mais plantas exportadoras para a China

ABPA, entidade que reúne o setor, se diz otimista em relação às conversas da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, com autoridades chinesas

24/10/2019 às 08h24


A indústria brasileira de aves e suínos está otimista em relação aos resultados das conversas da ministra da ministra da Agricultura, Tereza Cristina com autoridades da China. Na visão da ABPA, as negociações com os chineses estão bem avançadas a ponto de se esperar novas habilitações de plantas exportadoras brasileiras para o país.
 
"Já está em uma fase em que a gente tem certeza de que alguma coisa vai acontecer. Não temos a dimensão. É uma oportunidade única, uma região importantíssima", diz o presidente da entidade, Francisco Turra, em entrevista por telefone à Globo Rural, acrescentando estar acompanhando com "ansiedade" a agenda da ministra no país asiático.
 
A China tem sido o principal foco de uma epidemia de peste suína africana (PSA) que, de acordo com dados da FAO, órgão das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, já dizimou mais de 6 milhões de suínos só no continente asiático. Para especialistas, o desequilíbrio de oferta e demanda no país provocado pela doença não deve atingir apenas a carne suína, mas também outras proteínas, como frango e a bovina.
 
A indústria brasileira de carnes tem a expectativa de avançar mais no mercado chinês. No início de setembro, o Ministério da Agricultura informou ter recebido 25 autorizações de frigoríficos exportadores, o que aumentou para 89 o número de plantas brasileiras habilitadas. Atualmente, segundo a ABPA, estão autorizadas a enviar mercadorias para a China 43 unidades produtoras de carne de frango e 11 de carne suína.
 
"Eles estão necessitados de proteína e estão suprindo com tudo o que podem. E estão buscando, praticamente, onde há condições, e, felizmente, o Brasil é um país especial, que tem produção, tem excedentes exportáveis", diz Turra.
 
Ele ressalta que a política do governo chinês é de habilitar plantas exportadoras de forma gradativa e controlada, de acordo com as condições do mercado local. Por isso, entende que, talvez, não sejam liberadas tantas quanto poderia ser necessário, considerando a demanda do país. Ainda assim, avalia os rumos das negociações de forma positiva.
 
"A agente espera pelo menos mais dez plantas entre aves e suínos", afirma o executivo. "Os questionários estão lá, vão permitir que, nesta conversação, a China, que tem necessidade, e o Brasil, que quer exportar, possam casar os interesses e sairmos de lá beneficiados", acrescenta.
 
Na visão do presidente da ABPA, novas liberações podem estimular o aumento da produção no Brasil, especialmente em suínos. "Para ampliar o volume, precisa de mais plantas habilitadas. Não adianta termos demanda se você esgota o limite de uma determinada indústria", pontua Turra.
 
É a segunda visita da ministra ao país neste ano. A anterior foi em maio. Em mensagem divulgada no último fim de semana pelas redes sociais, Tereza Cristina disse que a finalidade era dar continuidade às conversas anteriores e preparar a chegada do presidente Jair Bolsonaro, prevista para esta semana. Na segunda-feira (21/10), ela se reuniu com autoridades do país, incluindo o ministro Ni Yuefeng, responsável por questões sanitárias.

Fonte: Globo Rural



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