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Produção agroindustrial do Brasil recuou em agosto

Indicador do FGV Agro caiu 3,2% ante o mesmo mês de 2020

26/10/2021 às 10h14


Após quase um ano de variações positivas, o Índice de Produção Agroindustrial Brasileira (PIMAgro) calculado pelo Centro de Estudos em Agronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro) caiu em agosto pelo segundo mês seguido. Na comparação com o mesmo mês de 2020, a queda foi de 3,2%, considerados os ajustes sazonais - ante julho, a retração foi de 0,4%. Ainda assim, o indicador acumulou variação positiva de 3,8% nos oito primeiros meses de 2021 e deverá encerrar o ano com alta frente ao ano passado.
 
“A distância em relação ao mês pré-pandemia vem aumentando. Ou seja, a produção da agroindústria, em julho de 2021, estava 4,7% menor que a de fevereiro de 2020; em agosto, a diferença foi para 5,1%”, disse o FGV Agro. O PIMAgro é baseado em dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF) do IBGE e nas variações do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-BR), da taxa de câmbio e do Índice de confiança do Empresário da Indústria de Transformação (ICI) da FGV.
 
“Por conta das turbulências causadas pela pandemia, a agroindústria (como os demais elos industriais) se depara com aumento dos custos, com a desorganização da cadeia produtiva e dificuldade de acesso à algumas matérias primas. O processo inflacionário continua reduzindo a renda real das famílias e o mercado de trabalho ainda se mostra desaquecido, e a perda de ritmo da economia brasileira, bem como a do mundo, tem impactado negativamente o setor”, afirma o centro da FGV.
 
Em agosto, mais uma vez a baixa do PIMAgro ante o mesmo mês do ano passado foi puxada pelo segmento de produtos alimentícios e bebidas, que recuou 7,2%. No caso dos alimentos, a redução foi de 7,3%, e no das bebidas chegou a 6,4%. Mas o FGV Agro realça que, em relação a julho, houve alta de 0,9% após dois meses de quedas nesse tipo de comparação com o mês imediatamente anterior.
 
No grupo de produtos não alimentícios houve alta na comparação com agosto de 2020, mas a variação observada (1,6%) foi a menor do ano. Ante julho, a variação foi negativa (1,8%). “O segmento de produtos não-alimentícios está operando em um nível 3,7% inferior ao período pré-pandemia (...) Até maio de 2021, a produção do segmento era maior do que a de fevereiro de 2020, mas a situação foi piorando”.

Fonte: Valor



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