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Impacto das Inundações no RS Pode Afetar PIB Brasileiro no 2º Trimestre

Inundações no RS podem trazer volatilidade ao PIB, mas resiliência econômica e investimentos sustentam projeções

05/06/2024 às 09h19


O segundo trimestre de 2024 pode trazer volatilidade aos dados econômicos do Brasil devido às inundações no Rio Grande do Sul. No entanto, a resiliência da atividade econômica deve evitar revisões significativas para baixo nas estimativas do PIB, mesmo com um afrouxamento monetário menor do que o inicialmente esperado.
 
Analistas destacam três pontos positivos dos dados do PIB do primeiro trimestre, divulgados na terça-feira (03/06): o crescimento de 0,8% nos primeiros três meses do ano, a diversificação da expansão econômica em vários setores e a recuperação dos investimentos.
 
As inundações no Rio Grande do Sul podem impedir revisões positivas nas projeções do PIB para o ano, mas não devem causar grandes reduções.
 
O economista-chefe do banco BV, Roberto Padovani, estima que o desastre climático no estado terá um impacto de 0,3 ponto percentual no PIB do Brasil em 2024, mas prevê uma rápida recuperação da economia gaúcha devido aos incentivos governamentais.
 
O investimento também foi um destaque no resultado do PIB do primeiro trimestre, com uma expansão de 4,1%, embora ainda esteja 15,1% abaixo do pico registrado no segundo trimestre de 2013.
 
“O crescimento dos investimentos mostra uma tendência de sustentação da economia”, afirmou Helena Veronese, economista-chefe da B.Side Investimentos, que projeta uma expansão de 2% do PIB este ano.
 
A política monetária continua a ser um fator importante, com a expectativa de cortes adicionais na taxa Selic diminuindo em relação ao previsto inicialmente.
 
A pesquisa Focus indica que o mercado espera apenas mais um corte de 0,25 ponto percentual na Selic este ano, mas já há discussões sobre a manutenção do atual patamar de 10,50%.
 
O Banco Central tem ressaltado preocupações com o cenário fiscal, que podem estar influenciando as expectativas de inflação.
 
“Essas preocupações com o fiscal e a desvalorização do real no segundo trimestre tendem a frear o crescimento econômico via condições de crédito mais apertadas e menor confiança do empresário”, destacou Luciano Rostagno, estrategista-chefe e sócio da EPS Investimentos.

Fonte: Suinocultura Industrial



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